Senti que, o Governo também se arrepiou, de medo, digo eu!
Footprints - Praia do Castelejo, Vila do Bispo, Algarve
sábado, 2 de março de 2013
Vá-se lá saber porquê?
Esta tarde no Terreiro do Povo, quando o Povo em uníssono cantou a Grândola, Vila Morena, senti um arrepio, devido ao sentimento com que o Povo cantou, esta canção de Abril.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Vá-se lá saber porquê?
Amanhã com sol ou chuva, secos ou molhados, vamos encher as ruas de Portugal.
Amanhã até o Governo abana!
Amanhã até o Governo abana!
Teu corpo claro e perfeito,
– Teu corpo de maravilha,
Quero possuí-lo no leito
Estreito da redondilha...
Teu corpo é tudo o que cheira...
Rosa... flor de laranjeira...
Teu corpo, branco e macio,
É como um véu de noivado...
Teu corpo é pomo doirado...
Rosal queimado do estio,
Desfalecido em perfume...
Teu corpo é a brasa do lume...
Teu corpo é chama e flameja
Como à tarde os horizontes...
É puro como nas fontes
A água clara que serpeja,
Quem em antigas se derrama...
Volúpia da água e da chama...
A todo o momento o vejo...
Teu corpo... a única ilha
No oceano do meu desejo...
Teu corpo é tudo o que brilha,
Teu corpo é tudo o que cheira...
Rosa, flor de laranjeira...
– Teu corpo de maravilha,
Quero possuí-lo no leito
Estreito da redondilha...
Teu corpo é tudo o que cheira...
Rosa... flor de laranjeira...
Teu corpo, branco e macio,
É como um véu de noivado...
Teu corpo é pomo doirado...
Rosal queimado do estio,
Desfalecido em perfume...
Teu corpo é a brasa do lume...
Teu corpo é chama e flameja
Como à tarde os horizontes...
É puro como nas fontes
A água clara que serpeja,
Quem em antigas se derrama...
Volúpia da água e da chama...
A todo o momento o vejo...
Teu corpo... a única ilha
No oceano do meu desejo...
Teu corpo é tudo o que brilha,
Teu corpo é tudo o que cheira...
Rosa, flor de laranjeira...
Larga vida al libro impreso
"Que quede claro: internet no ha muerto. Lo digital no desaparecerá. La imprenta no matará a la web. Resulta fácil olvidar que cuando se inventaron los libros físicos las webs de noticias los ignoraron y se burlaron de ellos tachándolos de producto de nicho para geeks. Y ahora aquí estamos… y esos mismos periodistas certifican la muerte de internet mientras el entusiasmo en torno a la imprenta y el papel recorre el mundo entero. Los medios de comunicación incluso se han lanzado a fundar periódicos sin tener claro un modelo de negocio con el que sostenerlos. Vivimos en el mundo de la imprenta".
Este es el mundo al revés que Andrew Losowsky describe en el prólogo de Fully Booked: Ink on Paper (Gestalten), un volumen que celebra la vitalidad de ese libro impreso a quien muchos administran diariamente la extremaunción.
Duchamp, que grito subversivo
Pintura, escultura, objetos da vida cotidiana peças de museu reciclados, música e dança que incorpora um corpo de dançarinos em pleno andamento: o todo contido dentro das quatro paredes de uma galeria de arte. A inspiração para essa implantação é multidisciplinar Marcel Duchamp (1887-1968), provocador e convenções espírito subversivo e moldes quebrou início do século passado, alterando radicalmente a noção do que hoje conhecemos como arte. Na sua influência em todo o sentido da arte, da expressão artística para as composições coreografia drama ou musical, dedica Barbican Centre, em Londres sua nova temporada cultural, cujo epicentro exposição sobre Duchamp marca uma geração de pioneiros autores americanos do pós-guerra avant-garde.
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