photo: rogério barroso. Foto nº 2253 - Exposição.
Footprints - Praia do Castelejo, Vila do Bispo, Algarve
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quinta-feira, 3 de março de 2016
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
domingo, 28 de setembro de 2014
La Fundación y el Museo de Serralves celebran este 2014 su vigésimo quinto y décimo quinto aniversario, respectivamente, rodeados del éxito de sus colecciones en Portugal
En una amplia villa del barrio de Boavista, a algunos pasos del centro de Oporto, se encuentra un espacio privilegiado. Entre jardines de estilo romántico y un bosque de árboles altos emerge uno de los museos de arte contemporáneo que ningún aficionado pierde ocasión de visitar cuando viaja a la ciudad portuguesa. Se trata de la Fundación Serralves, que celebra este año su 25 aniversario y acoge el Museo de Serralves, que también cumple 15 años desde su apertura, diseñado por el arquitecto Siza Vieira, y lugar donde se mantienen colecciones de arte contemporáneo tanto portuguesas como internacionales.
El Museo de Serralves es el centro cultural más destacado de Oporto y su impacto a lo largo de los años se ha hecho notar, no sólo por haber forjado un nombre conocido a nivel mundial, sino también por las 357 exposiciones que ha acogido desde su fundación, las 4.222 obras que posee la colección o su importante impacto económico sobre el PIB de Portugal: 40.560.000 euros.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Uma directora "ousada" para o Museu de Serralves
Escolhida entre uma centena de candidatos para suceder a João Fernandes na direcção artística do Museu de Serralves, a australiana Suzanne Cotter quer transformá-lo num dos principais centros da cena artística mundial, rentabilizar “a extraordinária arquitectura” do edifício projectado por Siza Vieira, bem como a casa e o parque da fundação, e estimular o debate de ideias, abrindo o museu a pensadores, críticos e curadores.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Serralves sem quadros também é uma obra de arte
Em 2001, um empregado de limpeza de uma galeria londrina ficou (efemeramente) célebre por ter posto no lixo parte de uma obra de arte de Damien Hirst, repetindo, na incúria dos gestos, o funcionário de uma galeria alemã que, na década de 1980, limpou uma banheira suja que, afinal, era uma obra de arte de Joseph Beuys. São apenas dois casos, entre muitos outros, que ilustram o modo como a abolição dos limites da arte tornam, por vezes, complicado reconhecê-la imediatamente como tal.
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