photo: rogério barroso. Foto nº 65 - Bairro Born - Barcelona.
Footprints - Praia do Castelejo, Vila do Bispo, Algarve
sábado, 29 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Vá-se lá saber porquê?
Não percebo o porquê de tanta indignação com a vitória do AJJardim; era mais que previsível. Foi sempre asim, não era agora que iria deixar de o ser.
É preocupante o total desaparecimento da esquerda. O PS de AJSeguro terá de pensar nas próximas eleições na Região Autónoma do Açores, por este caminho, já se viu que, será uma derrota pela certa!
Os socialistas deverão estar a pensar: Sócrates volta, estás perdoado!
É preocupante o total desaparecimento da esquerda. O PS de AJSeguro terá de pensar nas próximas eleições na Região Autónoma do Açores, por este caminho, já se viu que, será uma derrota pela certa!
Os socialistas deverão estar a pensar: Sócrates volta, estás perdoado!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
O JUMENTO: Já respiramos liberdade
Começo a ter inveja do ar que se respira nas redacções dos jornais, nas sedes partidárias ou nos sindicatos, respira-se liberdade e democracia como não se fazia há quase seis anos, é como se o ar andasse mais oxigenado. Acabou a longa noite da asfixia democrática e este excesso de oxigénio até leva os nossos velhotes a delirar ao ponto de já verem vacas a rir, um dia destes ainda vamos ao Parque Eduardo VII e damos com porcos a andar de bicicleta ou mesmo um rebanho de ovelhas a jogar à bola.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Hablemos utopía
En 1818 Shelley visitó a su amigo Byron en Venecia, donde su Señoría había levantado el campamento en un palazzo decadente y rumiaba las glorias desvanecidas de la ciudad. Sus conversaciones -sobre la libertad humana y las perspectivas de cambio social- formaron la base del poema de Shelley Julian y Maddalo, donde el apacible racionalista inglés Julian (Shelley), defiende la causa de la esperanza y el meditativo aristócrata italiano Maddalo (Byron), defiende la de la desesperanza. “Podríamos estar de otra manera”, insiste Julian, “podríamos soñar con lo feliz, lo elevado, lo majestuoso si no fuera por nuestras propias voluntadas ‘encadenadas’”. A lo que Maddalo responde amargamente “¡hablas utopía!”.
¿Por qué no volar el Valle de los Caídos?”
Sergio Gálvez (Madrid, 1980) es miembro del equipo fundador de la única cátedra universitaria española dedicada al estudio de la recuperación de la memoria histórica republicana y antifranquista, dirigida por Julio Aróstegui en la Universidad Complutense de Madrid. Se instituyó en 2004 por iniciativa del legendario luchador comunista Miguel Núñez (entonces presidente de la Asociación para la Memoria Social y Democrática), quien propuso al rector Carlos Berzosa la creación de un espacio que permitiera el diálogo entre los movimientos sociales y el mundo académico en torno a uno de los asuntos, la llamada memoria histórica, que más ha convulsionado a la sociedad española en la última década.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
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