photo: rogério barroso. Foto nº 1938 - Parque das Nações.
Footprints - Praia do Castelejo, Vila do Bispo, Algarve
domingo, 7 de dezembro de 2014
Tirando a roupa
Gosto de tirar a roupa
E sentir o teu caralho duro
Enchendo de prazer a minha boca
Deixando-me louca de tesão
Enquanto vou sendo beijada com sofreguidão...
Gosto de tirar a roupa
Virar-me de costas
E oferecer-me por inteiro
Pedindo sorrateira
A tua entrada no meu traseiro.
Gosto de tirar a roupa
E me sentir lambuzada
Inteiramente desejada
Pronta para comer
E ser comida...
Gosto de tirar a roupa
Abrir as minhas pernas
E ficar te sacaneando
Oferecendo a minha vagina quente
Cheia de vontade de ficar molhada.
Gosto de tirar a roupa
E me sentir uma puta
Pronta para ser abusada
Penetrada, amada
Tonta de tesão e dor.
Gosto de tirar a roupa
E sentir as tuas mãos me envolvendo
O teu dedo no meu cuzinho
A tua língua na minha pombinha
E a minha boca no teu pau.
Gosto de tirar a roupa
E de gritar como uma maluca
Com o prazer doidivanas
Que tu provocas no meu corpo
Quando entra em mim ereto.
Gosto de tirar a roupa
E ser obscena
Ser a tua pequena
Ser a tua tarada
Sempre pronta para tirar a roupa...
Enchendo de prazer a minha boca
Deixando-me louca de tesão
Enquanto vou sendo beijada com sofreguidão...
Gosto de tirar a roupa
Virar-me de costas
E oferecer-me por inteiro
Pedindo sorrateira
A tua entrada no meu traseiro.
Gosto de tirar a roupa
E me sentir lambuzada
Inteiramente desejada
Pronta para comer
E ser comida...
Gosto de tirar a roupa
Abrir as minhas pernas
E ficar te sacaneando
Oferecendo a minha vagina quente
Cheia de vontade de ficar molhada.
Gosto de tirar a roupa
E me sentir uma puta
Pronta para ser abusada
Penetrada, amada
Tonta de tesão e dor.
Gosto de tirar a roupa
E sentir as tuas mãos me envolvendo
O teu dedo no meu cuzinho
A tua língua na minha pombinha
E a minha boca no teu pau.
Gosto de tirar a roupa
E de gritar como uma maluca
Com o prazer doidivanas
Que tu provocas no meu corpo
Quando entra em mim ereto.
Gosto de tirar a roupa
E ser obscena
Ser a tua pequena
Ser a tua tarada
Sempre pronta para tirar a roupa...
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Um pensamento
A língua
O beijo
O cheiro
Do amor
A água
A lágrima
Que corre
Cai, e grita
E chora
O beijo.
A língua
A fala, e fala
Do amor
Faz
Constrói
Destrói
E briga
Chora
O beijo
Do amado
Lábios molhados
Do amante
Da água
Da língua
O beijo
Um beijo
E apenas
Beijo
O
B
E
I
J
O
O cheiro
Do amor
A água
A lágrima
Que corre
Cai, e grita
E chora
O beijo.
A língua
A fala, e fala
Do amor
Faz
Constrói
Destrói
E briga
Chora
O beijo
Do amado
Lábios molhados
Do amante
Da água
Da língua
O beijo
Um beijo
E apenas
Beijo
O
B
E
I
J
O
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Um congresso
É justificável a euforia de socialistas e afins, no final do XX Congresso do PS. Ao enunciar os princípios do seu projecto, António Costa declinou qualquer associação com o PSD ou com o CDS. Embora não acrescentasse nada acerca de futuras coligações ou entendimentos, a módica afirmação tanto bastou para que Francisco Assis fugisse, espavorido, da magna reunião, sem mesmo usar da palavra, como estava combinado. Assis é a face visível da ala direita do partido, e o sonho mais embalador que acalenta será, acaso, uma união tão estreita entre o PS e o PSD que semelhe um casamento. Seguro, o doce e ameno Seguro, não era contrário a esta ideia fusionista e ia conduzindo o PS às falésias do abismo. A direita exultava, e o carinho com que tratava o meigo adversário não deixava de criar apoquentações nos socialistas que consideravam morganática aquela ligação. Nesse exacto momento, Costa emerge da sombra e do silêncio, apoiado e acicatado pelos socialistas que ainda não haviam deixado totalmente de o ser. Trepa a secretário-geral com a promessa vaga de que o PS ia "mudar".
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)





