São as tuas nádegas
na curva dos meus dedos
as tuas
pernas
atentas e curvadas
O cravo – o crivo
sabor da
madrugada
no manso odor do mar das tuas
espáduas
E se soergo com as
mãos
as tuas coxas
e acerto o corpo no calor
das vagas
logo me
vergas
e és tu então
que tens os dedos
agora
em minha
nádegas
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