Footprints - Praia do Castelejo, Vila do Bispo, Algarve

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

MUSE - Can't Take My Eyes Off You


Fotos Minhas



Photo: © rogério barroso. Foto nº 632 - manifestação.


Líder da UGT adere à greve geral convocada pela CGTP

Aquando da marcação da Greve Geral pela Intersindical para 14 de Novembro, João Proença líder da UGT disse cobras e lagartos da Greve Geral que, não fazia sentido e, que a UGT não aderia.

Agora teve que engolir um "sapo" e mencionou que, a UGT aderiria porque a FESAP tinha decidido aderir.

Um cabonito do sindicalismo que, não deixará saudades!

 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Laranja, peso, potência


Laranja, peso, potência.
Que se finca, se apoia, delicadeza, fria abundância.
A matéria pensa. As madeiras
incham, dão luz. Apuram tão leve açúcar,
tal golpe na língua. Espaço lunado onde a laranja
recebe soberania.
E por anéis de carne artesiana o ouro sobe à cabeça.
A ferida que a gente é: de mundo
e invenção. Laranja
assombrosamente. Doce demência, arrancada à monstruosa
inocência da terra.

Herberto Helder

Fotos Minhas



Photo: © rogério barroso. Foto nº 631 - S. Bento.


Los latinoamericanos desenmascaran Estados Unidos


En una de las últimas novelas del escritor boliviano Edmundo Paz Soldán, Palacio Quemado (Alfaguara), recuerdo que la descripción de la sede del gobierno sudamericano y sus interioridades, poco tiempo antes de que accediera al poder el dirigente indigenista Evo Morales, me pareció en espíritu muy cerca a los textos televisivos del guionista norteamericano Aaron Sorkin. Sobre todo al guion de la serie El Ala Oeste de la Casa Blanca. No estoy diciendo que la novela de Paz Soldán me recordara dicho guion por su estructura, sino, subrayo, por esa manera tan norteamericana de penetrar en los entresijos de esa sala de máquinas que es la sede de cualquier gobierno, llámese Palacio Quemado, Casa Rosada, La Moneda, El Elíseo o La Moncloa.

A fome de Camões


Este vulto, portanto, que caminha
Altas horas, ao frio das nortadas,
É Camões que se definha
Nas ruas de Lisboa abandonadas.
É Camões que a sorte vil, mesquinha,
Faz em noites de fome torturadas,
Ele o velho cantor de heróis guerreiros!...
Vagar errante como os vis rafeiros.

Morreu-lhe o escravo, o seu fiel amigo,
O seu amparo e seu bordão no mundo,
Morreu-lhe o humilde companheiro antigo,
No seu vácuo deixando um vácuo fundo.
Hoje, pois, triste, velho, sem abrigo,
Faminto, abandonado e vagabundo,
Tenta esmolar também pelas esquinas.
Ó lágrimas!... Ó glória! Ó ruínas!...

Gomes Leal, A fome de Camões

Fotos Minhas


photo: ©rogério barroso. Foto nº 630 - Azulejaria portuguesa.
 


Fotos Minhas


photo: ©rogério barroso. Foto nº 629 - manifestação.
 


Fotos Minhas


photo: ©rogério barroso. Foto nº 628 - Manifestação.