A ciência provou que o consumo regular deste tipo de alimentos aumenta o
risco de cancro. E a Organização Mundial de Saúde aconselha evitá-los.
Footprints - Praia do Castelejo, Vila do Bispo, Algarve
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sábado, 4 de fevereiro de 2017
domingo, 31 de janeiro de 2016
Conhecer as necessidades dos doentes para melhor cuidar
A palavra "cancro" é já bem conhecida dos portugueses há várias
décadas, muitas vezes pelos piores motivos. Tornou-se mais evidente no
primeiro quartel do século XX e assume-se hoje como o flagelo dos tempos
modernos, especialmente se considerarmos os hábitos comportamentais da
sociedade.
Segundo o relatório da Globocan 2012, o cancro
colorretal é a terceira causa de morte por cancro em todo o mundo, com
cerca de 1,4 milhões de novos casos todos os anos. O mesmo relatório
revela que, em Portugal, é o tumor maligno com maior incidência (14,5%),
com mais de 7 mil novos casos e aproximadamente 4 mil mortes todos os
anos, sendo atualmente esta a principal causa de morte por cancro.
sábado, 9 de janeiro de 2016
Excesso de açúcar aumenta o risco de cancro da mama e do pulmão
O excesso de açúcar das dietas alimentares ocidentais aumenta as
probabilidades de surgimento de tumores no peito e de metástases nos
pulmões. A garantia é dada por um novo estudo do University of Texas M.
D. Anderson Cancer Center, departamento da Universidade do Texas, nos
EUA, publicado nos primeiros dias deste ano. Baseada em experiências
laboratoriais efetuadas em ratos, a investigação associa a ingestão de
alimentos com grandes quantidades de açúcar a processos inflamatórios na
origem de novos casos de cancro da mama e do pulmão.
«Descobrimos
que os níveis de sacarose presentes nos ratos [que investigámos] eram
comparáveis aos dos humanos que seguem dietas como as ocidentais e que
esses níveis potenciam o desenvolvimento de tumores e [o aparecimento]
de metástases, quando comparados com os [dos animais] que fazem uma
dieta pobre em açúcares», justifica Peiying Yang, professor assistente
de medicina paliativa, integrativa e de reabilitação naquele
estabelecimento de ensino.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
A maior parte dos cancros poderia ser evitada
Um estudo publicado esta quinta-feira na revista Nature confirma que a
maior parte dos casos de cancro deriva de fatores que podem ser
evitados. A investigação é da Universidade de Stony Brook, em Nova Iorque.
De
acordo com a análise, os fatores externos e ambientais, como a
radiação, a poluição, o tabaco e a exposição a elementos tóxicos estão
na origem da maioria dos problemas oncológicos.
Segundo o
investigador Yusuf Hannun, principal autor do estudo, os fatores
ambientais surgem entre as principais causas de cancro, ao lado
de fatores de risco já conhecidos como altamente prejudiciais,
como o consumo de tabaco.
Os investigadores observaram casos de
pessoas que se mudaram de regiões de baixo risco em relação ao
desenvolvimento da doença para zonas onde é mais frequente surgirem
casos de cancro e concluíram que estes indivíduos se tornam mais
vulneráveis às doenças oncológicas.
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