
Em comunicado, a Assírio & Alvim explica que “estes desenhos não só
ilustram as histórias, como também as contam, apelando à colaboração do
leitor”. Em “O Sonho de Pechalim”, por exemplo, o autor deixou
propositadamente várias linhas em branco — que a presente edição
procurou reproduzir — para serem preenchidas pelos leitores, que se veem
assim obrigados a recorrer à sua própria imaginação para completar o
conto.
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